Impressões
Ontem no primeiro dia do maior festival de cultura de internet me deparei com uma enorme fila (susto), mas achei bem interessante que 80% das pessoas ali mesmo já estavam gerando conteúdo de alguma maneira, sejam pelos seus Ipad's, Iphones, Smarts e etc., TODOS CONECTADO.
O Lounge estava repleto de pessoas de todos os tipos e gêneros, que tornava o lugar ainda mais interessante.
E ainda tinha o "VivoPass" que faz a interatividade entre os participantes e suas redes sociais, cervejas, refrigerante e comidinhas a vontade. Bom né?
Entrei no auditório bem no início do debate: “Mídias sociais, agentes transformadores?”, que foi mediado por Carol Moreno (jornalista) e opinião de Tiago Doria (jornalista e pesquisador de mídia), Raphael Tsavkko (ciberativista e membro do Global Voices), Rene Silva (Voz da Comunidade) e João Felipe Scarpelini (consultor da UNICEF).
O foco do debate foi a “Revolução de sofá”, será que ela funciona?
Na opinião dos convidados, as mídias sociais agregam informações e influências, mas não são responsáveis diretamente pelas revoluções, como no caso do Voz da Comunidade, que mostrou/informou aos brasileiros o que estava acontecendo no Morro do Alemão, ou também os protestos e revoluções no Irã, Egito, Líbia e outros países árabes - Raphael Tsavkko enfatiza, que o Facebook teve sua importância na revolta egípcia, mas o que realmente a tornou possível foram as milhares de pessoas que saíram às ruas para protestar.
Será que adianta ficar em casa twittando: #forasarney, #forabolsonaro e outras hashtags por ai? Será que muda alguma coisa? - Foi o que indagou João Felipe. "O que será que o Sarney faria? Você não gosta de mim? Mas eu gosto de você! Vote em mim." - disse.
Não fiquei até o final do evento, mas pelas mídias sociais pude acompanhar, e saber que continuou bom demais. Encerrando com Rafinha Bastos cantado “Sou Foda”.
Hoje tem mais.

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